
A cura
Quero eu morrer de amor
Afogada em um copo de vódica barato
Em plena madrugada
Sentada em uma mesa quadrada
De um botequim qual quer
De uma esquina não muito movimentada
Para que o copo seja a minha ultima cartada
Para fazer o coração para de doer
Texto : Érika Maia
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