Qualquer semente plantada hoje, independente de ser boa ou ruim, renderá frutos amanhã. ... Por iss

sexta-feira, 8 de julho de 2011

A Diferença entre Homens, Mulheres e Gays

O homem reage de um jeito a mulher de outro e o gay de um jeito todo particular,e tem uma serie de incidentes pra gente vê como é diferente a reação de cada um:

Diante de uma barata:
Homem: - Ááá se eu não tivesse descalço!
Mulher: - Socoooooroooo uma barata...
Gay: - Alô é do corpo de Bombeiros?

Diante de um homem bonito
Homem: - É viado...
Mulher: - É um Deus...
Gay: - É meu!

Diante de uma mulher bonita:
Homem: - Gostosaaaa!
Mulher: - Gorda!
Gay: - Traveca!

Quando estão amando:
Homem: - Pede o que você quiser meu amor!
Mulher: - Eu te amo!
Gay: - Como você reagiria se por acaso soubesse que outro homem esta gostando de você?

Vendo uma partida de futebol:
Homem: - Que Gooolaço!
Mulher: - Que saco!
Gay: - Que coxas!

Quando vão a cabeleireiro:
Homem: - Corta.
Mulher: - Apare só as pontas.
Gay: - Quero igualzinho o dela.

Quando acordam:
Homem: - Tô morto de fome.
Mulher: - Tô horrível.
Gay: - Onde estou?

Quando estão entediados:
Homem: - Vou dar uma volta.
Mulher: - Vou dar um telefonema.
Gay: - Vou dar alguma coisa.

Quando estão no campo de futebol:
Homem: - Juiz ladrão.
Mulher: - Por que ninguém passa a bola pra aquele que tá com o apito?
Gay: - Sou tricolor de coração...

O que posso fazer para te esquecer?

Pode aparecer outra pessoa em minha vida, que gosta de mim e mesmo assim continuaria pensando em você

Poderia você ir embora para um lugar bem distante e mesmo assim continuaria pensando em você

Eu poderia ir embora e mesmo assim continuaria pensando em você.

Por que as sua imagem está presa em minha mente? Por que tudo que está ao meu redor faz que eu pense você?

Daria tudo para te esquecer: fugiria , viajaria, tentaria gostar de outro alguém, faria qualquer coisa, para nunca mais sofrer , se pudesse voltar pra mim...

Mas quando paro para pensar, vejo que amo pensar em você, porque esse é o único meio de sentir que você estar perto de mim.

“Tão perto amor e mesmo assim tão longe”.

Despedida


Existem duas dores de amor:

A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida... Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, lógicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a "dor-de-cotovelo" propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente...

E só então a gente poderá amar, de novo.

Por:Martha Medeiros